quarta-feira, 1 de junho de 2011

CPI Parte 2 ...

Olá
Espero que estejam todos bem!
Algum tempo se passou desde a última postagem, até que não foi muito tempo, e mais uma vez deixei esse tempo passar por preguiça. Deste vez tinha um bom motivo para voltar o mais rápido possível e atualizar o blog, entretanto os dias foram passando, eu sempre me esquecia de rever a história, para ver se não tinha algum problema de nexo, ou mesmo algum erro grotesco de português; enfim esses dias tive tempo de fazer, e ainda que eu alguns erros de português estejam lá e algumas dúvidas estejam cá, não tive muita paciência para pesquisa-los, por isso vou colocar a segunda parte da CPI da mesma forma, por que já se passou  muito mais tempo do que eu gostaria que tivesse passado. Ao passo que eu atualizo o blog com a continuação da história isso é bom, mas um pouco ruim também, por que eu ainda não terminei as partes seguintes (adivinha por que?), porém acho que depois que eu colocar a segunda parte vou ficar mais animado pra terminar a terceira e a quarta; mas vou confessar ainda não sei que desfecho a história irá tomar, por isso acho que vou acabar fazendo uma quinta parte. Quero investir uma pouco mais em diálogos mas tenho medo que no final, fique longo de mais também, sou melhor para descrever situações do que para diálogos.


No tocante a minha vida particular não quero me estender muito. 


Viu não me estendi nenhum pouco!! 


Sem mais demoras vou colocar a segunda parte divirtam-se, se gostarem comentem por favor! 

CPI:  A Maldita: Invasão.


Pedro foi então deixar Ana em sua casa. Perdido na negritude da noite, seus pensamentos e suas palavras já não se concentravam mais na conversa com sua amiga de infância; e cada a quilometro percorrido rapidamente com seu carro ele aproximava-se mais e mais de seu amor. Ele deixa a amiga em casa e parte em alta velocidade pelas ruas tortuosas da cidade para finalmente encontra-lo no rádio The Raveonettes, toca no volume mais alto, as músicas fazem-no sorrir, e querer correr ainda mais para encontra-lo.

- Alô.
- Oi.
- Tudo bem?
- Sim, e você, aliás você não vem mais?
- Sim, vou.
- Vai demorar muito para você chegar?
- Não vai. Estou aqui já, na porta, abre para eu entrar.
- Sim, estou indo, não vai embora.
- Não estou te esperando.
O garoto corre para a porta da frente e abre a porta:
- Oi.
- Olá novamente.
- Entra, quero te beijar.
Os dois se olham. Se tocam. Se abraçam. A energia de um corpo passa para o outro. As mãos do menino desliza das costas dele, passa pelos seus braço e vai parar nas mãos. Ele aperta as mãos do garoto como que pedindo para ele não ir embora, nunca mais mais deixa-lo. Ele se desvencilha das mãos suadas e leva ás suas aos ao rosto dele, neste momento já não há mais palavras; eles se olham profundamente e por alguns instante os olhares se conversam. Eles lentamente agacham-se, sem perder a fixação no olhar eles sentam no chão; já não há mais forças para que eles se movam, a energia toda agora esta no olhar. Os rostos se aproximam, e eles se beijam; delicadamente, sem pressa, com muita vontade. Pouco tempo depois a hipnose se desfaz e um deles diz:
- Vamos entrar?
- Sim vamos entrar está frio aqui fora.
Rindo eles concordam em entrar. Imediatamente um deles vai para a cozinha enquanto o outro senta em frente ao computador, e fecha apressadamente as janelas de conversação; após isto ele vai para o sofá e espera o menino voltar da cozinha:
- Fiz um pouco de chá quer?
- Ele pega a xícara de chá quente, eles tomam enquanto conversam
- Adoro isso, você não perde a mania de sempre me fazer um copo de chá ou café.
- Não consigo você sabe bem, é como o néctar dos deuses para mim.
- Gosto dessa mania, deveria repetir mais vezes, mas gosto tanto quando você faz para mim, que das outras vezes que tomo não tem o mesmo sabor.
- Exagerado, não me venha com suas palavra bonitas a esta hora da noite.
Ele então levanta-se e vai na direção do menino, colocando as duas xícaras de lado; ele puxa o menino violentamente para o sofá deita-o, então deita-se sobre ele colocando sua mão atrás da cabeça do outro, logo ele começa a acariciar seus cabelos:
- Não é exagero.
- È sim.
- Não é, você sabe que o seu sabor me excita, me inspira à falar bonito, e tudo que falo parece que vem diretamente do meu coração.
- Mentiroso.
- Como posso mentir, se eu te amo. Eu precisava te ver, quando te vejo sinto minhas forças de volta, você tem sido minha razão para acordar todos os dias de manhã. È engraçado mas todas as vezes que me sinto triste, sinto o seu perfume, sinto o gosto do seu beijo, e imediatamente me sinto novo, me sinto renovado; viro alegria e prazer. Eu quero você.
Ele começa então a tirar a camiseta do menino deitado no sofá.
- Para, o que você vai fazer?
- Deixa por favor!
- Por que?
- Quero ver você sem nada, preciso ver seu corpo, sentir você sem nada, quero a sua beleza nua nos meus braços, posso?
- Pode eu vim para ser seu.
O garoto continua a tirar às roupas do menino, para lentamente deixa-lo nú e deitado no sofá. Ele pega as pernas dele e põe sobre as suas. Suas mãos vão deslizando pelo corpo do menino até encontrarem seus lábios:
- Que beleza é esta? Por que você me encanta tanto? Por que quando você está nos meus braços não quero saber de mais nada?
O menino silência diante de tantas questões, matutando o por que ele sentia o mesmo.
- Eu faria um quadro de você, queria ser desenhista e eterniza-lo exatamente assim, com suas curvas sobre o meu corpo. È como poder tocar as estrelas
Ele levanta o menino em seus braços e deita-o no chão sobre o tapete branco da sala; ele apaga as luzes deixando somente uma lâmpada acesa, o ambiente se torna mais escuro e na  penumbra o menino o vê tirando lentamente suas roupas. Ele fica nú de pé olhando para o menino deitado. Ele aproxima-se e engatinha em sua direção beijando cada parte do corpo do menino. Ele agora deita-se sobre o menino e sussurra palavras em seu ouvido:
- Teus olhos nos meus, teus gemidos baixos, teus olhos revirados, meus pelos arrepiados e o suor de ambos ungira como água, abençoada pela pureza perversa da nossa paixão.
O menino sussurrando responde às palavras:
- Me abraça que te mostro meus sentimentos, que já não cabem somente em mim, cuida de mim que te mostro meus erros e minhas dores, me beija que eu te levo junto ao meu prazer.

Há um breve momento de silêncio, então eles se beijam intensamente, o calor do ato aumenta, eles abraçam-se cada vez mais forte, os beijos agora se espalham pelo corpo; o garoto beija o pescoço do amado, e as mãos do parceiro apertam com força seu braço; as unhas descem pelas costas formando linhas vermelhas grossas. O menino coloca-se em cima do outro e desce beijando seu pescoço, passa a língua lentamente pelo peito e desce em direção ao pênis já hereto do garoto. Ele lambe primeiro sua cabeça, logo ele todo está dentro dele, o outro geme intensamente; suas mãos vão para a cabeça do menino, e ele então dita com suas mãos a velocidade da ação, indo cada vez mais rápido. O garoto vira-se para o parceiro, eles chupam-se ao mesmo tempo. Já no auge do prazer o garoto puxa o menino pelo braço, ele passa o braço pela cintura dele e o leva colocando-o nó sofá. Com os joelhos no chão e o restante do corpo no sofá, o garoto fica de quatro para o seu parceiro. O garoto passa a língua em seu anûs humedecendo-o por inteiro, neste momento ele põe seu peito sobre as costas do menino, apoiando-se nele e então, com as mãos coloca o pênis na entrada do anûs, com força empurra-o para dentro; o menino geme pedindo que o garoto coloque mais e que o foda, cada vez mais rápido. Ele põe suas pernas entre as do menino, e abre-as com energia facilitando o coito, ele enfia cada vez mais rapidamente o pênis no menino. O garoto desce suas mãos para a cintura dele. Elle levanta-se; o menino gemendo de prazer ergue-se, cola suas costas no peito do garoto, sua cabeça vai para trás e o garoto beija-o; ás mãos vão da cintura e descem passando a masturbar o menino, as mão do menino vão para trás do garoto e começam a aperta suas costas, à medida que os gemidos se tornam gritos de prazer. As gotas de suor espalham-se pelos corpos e em movimentos sincronizados eles gozam profundamente, o menino vai para a frente, encostando a cabeça no sofá, o garoto não para., no instante seguinte seu corpo cai para trás, exausto. O menino ergue-se e  joga-se para trás encontrando o corpo do garoto no chão da sala; eles se beijam , o menino arrasta sua cabeça para o peito do garoto. Eles se acariciam e logo pegam no sono.
Durante a madrugada o menino acorda e olha em volta, lembrando-se do que acabara de acontecer. Seu corpo cansado delira de felicidade, a partir deste momento ele não consegue mais dormir. Ele levanta-se e vai para a cozinha fazer um pouco de café; lembrando-se que o garoto não tardaria a acordar para ir trabalhar, então ele prepara um breve café da manhã para os dois. Alguns minutos após preparar tudo ele acorda o amado.
- Acorda, acorda, acorda!
Delicadamente ao pé de seu ouvido ele chama. O garoto apenas mexe-se na cama sem sinal de que pretendia acordar. Lentamente esfregando seu corpo contra o do garoto que ainda dormia profundamente, o menino rasteja da ponta de seus pés até alcançar a ponta do ouvido do garoto, para soprar novamente:
- Acorda amor, o dia chegou, os raios do sol estão batendo na janela.
Desta vez o garoto abre os olhos, a medida que o menino cochicha em seu ouvido:
- Bonjour.
- Bonjour mon amour!
- Comment allez-vous aujourd'hui?
O garoto sem entender, disfarçadamente desconversa o cumprimento.
- Adoro quando você fala as coisas em Francês.
- Oui, J'ai aussi. Um dia quero aprender a falar de verdade, mais que meia dúzia de frases decoradas.
Os dois começam a rir, enquanto levantam-se. O garoto vai para o banheiro, enquanto o menino vai para a cozinha terminar de colocar as coisas na mesa.
Eles comem tranquilamente enquanto conversam:
- Você vai pra onde agora? Pergunta o garoto.
- Vou para o meu curso.
- Legal onde você esta estudando agora?
- Na Rua Verbo Divino, sabe ali em Santo Amaro?
- Mentira?
- Não, estou lá agora.
- Que legal acho que vou com você então, por que eu fui transferido para essa rua também.
- Sério quando você foi transferido?
- No começo do mês, alguns dias depois que eu falei com você da última vez fui transferido para lá.
- Que legal você está do meu lado agora.
- Justamente, então vamos juntos até lá.
- Viu só, e você ainda não acredita que eu te amo de verdade.
- Como isso prova que você me ama de verdade? Diz o menino.
- Por que o destino sempre faz coisas para que você sempre esteja do meu lado, para que nunca você se esqueça de mim.
- O destino é engraçado de mais, ele sempre me coloca do seu lado, mas sempre o tira de mim no final do dia, e você vai para os braços de outrem, destino ingrato este não?
- Não importa que eu vá para os braços de outrem, como você diz, se todos os meus pensamentos são para você, mesmo com ele nunca consigo para de pensar em você, no meu grande amor.
- Besteira se fosse assim você estaria sempre comigo.
- Eu sempre estou.
- Eu sei que está; mas sabe um dia eu ainda vou entender tudo isso, ainda vou te entender.
- O que há para entender? Você sabe que eu te amo, que a minha vida é você, ainda há dúvidas quanto a isso?
- Não quanto ao que você diz não resta dúvidas para mim, só não entendo o que realmente você sente, ou o que realmente você quer com toda essa situação.
- Não entendi.
- Entendeu sim, um dia ainda vou saber por que você diz tanto que me ama, mas está namorando outra pessoa, por que diz tanto que me quer, e diz o mesmo para o outro.
- Como você sabe que eu digo isso para ele?
- Deve dizer, você não pode trata-lo mau, ele permitiria isso? Ser tratado como coisa. Um dia vou saber qual o seu motivo, por me colocar na sombra desta forma, e insistir em alguém que você mesmo diz que não suporta.
- Calma amor, deixa o tempo passar você vai ver, fique calmo é só o que eu te peço.
- Você me pede isso há um bom tempo já, e não vi nada mudar desde então, ou invés de me dizer o que você quer, o que tanto você precisa para estar do lado dele, você prefere me tratar como a sua amante de final de fins de semana.
- Não trato você assim, esqueceu que eu te vejo durante a semana também.
- Assim como eu poderia esquecer.
- Agora vamos, senão ficará tarde, e vou chegar atrasado.
Eles terminam de comer, lavam a louça e saem. Todas as vezes que eles se encontram, o menino mostra as músicas que está ouvindo, o garoto põe então o CD sugerido pelo menino e eles começam a conversar sobre as músicas que tocam.
- Gostou desta?
- Nossa adorei muito boa, mas é antiga não?
- Sim é antiga, mas é bem legal né, descobri esses dias vasculhando alguns web-sites de músicas.
- Mas qual o nome da cantora, não aparece no visor.
- Branda Lee, bem legal escuta umas músicas dela que você vai gostar tenho certeza.
- Vou escutar sim gostei desta, acho até que já escutei em algum lugar.
- Deve ter escutado, porque ela famosa até.
- Legal vou anotar, eita, espera vou diminuir o som.
- Por que?
- Meu celular está tocando... droga é ele já!
- Ele quem o Gleydosmar?
- Aff, è ele mesmo, vou ter que atender!
- Vou ter que atender é ótimo, diminui né fazer o que.
- Obrigado lindo.
O garoto pega o celular e atende o seu namorado, o menino que fica chateado com a situação, só escuta a conversa.
- Oi.
- Sim tudo bem, e você como está?
- Legal.
- Estou no trem.
“Que merda, tem como acreditar em alguém assim, estou no trem, está no meu carro com a mão na minha perna ainda por cima”. Reclama em voz baixa o menino.
- Tudo bem, depois nos encontramos aí conversamos melhor.
- Tchau.
O garoto desliga o telefone e aperta a perna do garoto.
- Para de resmungar, ele quase ouviu.
- Nossa ele deve ser bem tapado não?
- Por que?
- Como ele acredita que você está no trem?
- Por que não acreditaria?
- Trem silencioso esse não, nem sequer anuncia a próxima estação.
- Ele não percebeu é o que importa, aliás dificilmente perceberia.
- E por que não?
- Bem, ele é bem inteligente esforçado e tudo o mais, mas não é muito esperto não.
- Que legal, é assim que você elogia o seu namorado; imagina o que não fala da amante.
- Para de falar que você é a amante, por que não é.
- Não sou mesmo, sou o ex-namorado, atual trouxa; se bem que nem posso saber quem é o mais trouxa dos três.
- Exagerado!
- Não gosto disso que você faz; aliás não gosto do que você faz comigo, nem mesmo com ele, eu pelo menos estou ciente do que acontece, e vou deixando até onde posso, por que uma hora vou me cansar desta situação.
- Não vai não por que você me ama.
- Te amo sim, mas toda burrice tem limite, você já esta me fazendo muito mau. Pior é que faz mau para todo mundo, inclusive para você mesmo.
- Vai começar.
- Não vou, pararei por aqui mesmo, por que eu sei que não adianta nada eu falar, afinal você nunca entende, só escuta.
- Tudo bem, então para.
- Bom, concluímos que o mais bobo a gente sabe quem é já né. O garoto finaliza rindo para o menino.
- É sabemos, e o mais cafajeste também sabemos quem é.
- Para com isso, me dá um beijo. O garoto encerra então a conversa.
- Pega seu beijo e aumenta o som novamente, não quero ouvir a sua voz até chegarmos lá.
Eles então foram calados até chegar ao local de trabalho do garoto; em frente ao lugar eles se despedem com um beijo.
- Tchau.
- Até mais, não esquece que o convite do teatro esta de pé viu.
- Ouvi mas não vai dar mesmo tenho que sair com o outro.
- Tudo bem então né.
- Depois eu te ligo, quero te ver durante a semana.
- Vou esperar então.
- Beijo, te amo.
- Beijo.
O menino então vê o amado partir. disfarçadamente uma lágrima escorre do seu olho direito, molhando de leve seu rosto. Ele tenta não deixar que elas caiam em demasia encharcando seu rosto.
Ele chega ao seu destino, desce, pega um copo de café e escondes-se em um canto para matutar.
O dia de aula foi normal, a não ser pela vontade de sair correndo e ir dar um beijo no garoto, que de minuto á minuto parecia aumentar; no entanto ele segurou-se e depois da aula foi direto para casa. Chegando em casa ele corre para a cozinha, pega um punhado de biscoitos em pote e corre em direção ao quarto. No quarto ele liga o computador; seu celular que estava em cima da cama começa a tocar.
- Alô!?
- Oie tudo bem?
- Tudo ótimo e por ai?
- Tudo bem também, mas então nós vamos ou não?

____________________________________________________________________________
Fim da parte 2 ... espero mesmo que tenham gostado, prometo mais emoções para a parte 3!

!
Ouvindo - The Recounters - Steady as goes (desenterrei)
Lendo - Stephen King - Cell (é vou demorar uns 3 meses pra terminar também)
Frase - "I don't know what to do, indeed"

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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Venham novidades, venham logo ... e CPI

Olá pessoas!
Há quase dois meses sem aparecer no Blog então. Na verdade eu venho aqui muitas vezes durante as semanas, para ver os comentários, arrumar algumas coisas, dar uma lida para ver se não há nenhum erro de português grotesco; mas atualizações mesmo eu demora mais para fazer, como sempre na verdade. Isso é até legal por que geralmente eu tenho  mais coisas para escrever, ainda que eu geralmente nem coloque muitas coisas que acontecem na minha vida de fato, somente poucas coisas que acho interessante comentar. Pois bem desta vez vim atualizar por que desde que eu fiz o outro post, eu estou escrevendo uma história; um pouco mais longa do que normalmente eu escrevo, para colocar no Blog. Ainda não terminei a história, por que tenho estado muito ocupado com a faculdade, e os trabalhos de fim de semestre, e também por que na próxima semana começam as provas finais. 
Novidades! ando carente de boas novidades, entretanto tenho feito o máximo possível para que algumas coisa que vejo hoje em dia tomem um rumo diferente, estou pensando em várias novas coisas para fazer; algumas eu já dei os primeiros primeiros passos, mas como são passos iniciais ainda não vou comentar a respeito, quero vê-las em pratica para depois dividir aqui. Mas posso dizer que são coisas ótimas, realmente boas, que vão deixar minha vida mais agitada, mais ocupada, e que vão incluir grandes mudanças e evoluções na minha vida. Então torçam bastante por mim para que elas dêem certo, pois aí sim terei muito o que comentar (yn). 
Com relação as coisas que eu identifiquei que preciso mudar, esta semana foi bem agitada, aliás ainda mais agitada do que achei que poderia ser, já que algumas dessas coisas estão relacionadas a minha intimidade, então eu posso querer muda-las mas somente o tempo pode faze-las mudar de fato, e olha que quando o tempo quer demorar pra mostrar resultados positivos ele é expert nisso. De qualquer forma estou vendo coisas novas e positivas surgirem no final do túnel, túnel este que permaneceu no escuro por muito tempo. 
Os tempos até o último post, eram de muito agito, mas agora literalmente sosseguei o facho, é verdade que quase não fico em casa, mas as saídas para balada e agito ficaram para trás. Perco bem maia tempo agora estudando, e procurando coisas novas e mais conhecimento, sobre diversas coisas e temas. A minha ansiedade está mais controlada do que nunca, portanto consigo observar essas mudanças que pretendo com muita mais maturidade. Seguindo a ordem este final de semana promete algumas boas mudanças, uma das quais eu venho ignorantemente postergando, mas que não vejo outra solução senão ceder ao meu orgulho e resolve-la (desejem-me muita sorte). Outra boa coisa do finds, é que a balada já está garantida também com Matheus Moretto. #todasvai heheheheh. 
Para ilustrar vou colocar uma foto de um dos lugares que mais tenho ido ultimamente. O CCSP.

In thi post  I wish I could write some poem in english, but I didn't prepared anything. Actually I've been writing a little poem, but now I thik it doesn't have "sense", because I haven't already finished it,  and them isn't a good idea to put something like that here, Maybe I'll finishe this year (yn) and I can put here them.
For people that I know which speak just english, I have good news, I'm back to my english school, it's very good, now it's time to improve even more. perhaps one day I'm able to write the whole post in both langagues. I could do that, but when I star to write I don't feel very confortable about the way I use the words, and in order not make many mistakes, is easier I just write few words, as now.     


CPI: A maldita: Invasor. 

O texto que eu vou colocar a seguir, com eu disse anteriormente é um pouco maior do que eu costumo colocar aqui, então vou dividi-lo em algumas partes; na verdade não sei em quantas parte ainda, até por que ainda não terminei o texto, mas posso dizer que o texto tem três partes principais, uma delas eu já escrevi, e que foi deliciosa de escrever, eu estava no parque Ibirapuera sentado em um canto sozinho, tomando chá e escrevendo, foi uma experiência deliciosa posso dizer. Mas as outras partes estou um pouco longe de terminar, por que são mais tensas, e é aonde o texto toma forma de fato e as coisas começam a acontecer; aliás é na a partir dessa parte que eu ainda não escrevi que o título também fica claro. De antemão posso antecipar que o título surgiu da gíria gay "maldita" que são "aquelas gays" que fazem algo de muito mau com alguém, portanto "fizeram a maldita" O fato de eu ter colocado os dois pontos no título não é atoa, na verdade estou pensando em mais duas histórias relacionadas á um mesmo personagem, que diante dos fatos ruins que acontecem na sua vida toma decisões precipitadas, engraçadas, e extremamente maldosas; claro que o personagem não chega a ser um vilão na verdade, mas fica claro que mesmo aqueles que são vitimas podem no rompimento de sua consciência agir com uma "energia" que não lhe é peculiar. Então vamos começar: 


Parte 1 
Era um dia calmo e quente de verão na cidade de São Paulo. Um garoto andava sozinho pelas calçadas cheias de transeuntes da famosa Avenida Paulista. Ele olha para as vitrínes enfeitadas, e também para o topo dos gigantescos prédios que se enfileiram ao longo da avenida. Seus pensamentos estão perdidos na saudade, e no medo.  


- Oi!
- Nossa! Oi tudo bem?
- Tudo ótimo, e como você está?
- Estou bem também, caramba quanto tempo, vamos tomar alguma coisa, você tem tempo?
- Sim tenho sim, vamos em algum lugar tomar alguma coisa.
- Ótimo, queria mesmo ir tomar alguma coisa, você conhece aqueles bares que tem alí na Praça Roosevelt?
- Não conheço, são bons?
- Sim, são ótimos aliás, aquela região tem diversos teatros também, e entre eles alguns bares muito legais, pra beber uma cerveja, vamos lá?
- Ah! que legal parece ser bom mesmo, vamos sim!
Aqui encontramos Ana e Pedro.
Amigos desde o colégio eles não se viam há um bom tempo, mas coincidentemente encontraram-se nas calçadas cheias da avenida, e sem perder tempo logo foram para um bar beber alguma coisa e colocar o assunto em dia. Eles sempre foram confidentes um do outro desde os tempos do colegial, e mesmo tanto tempo depois a amizade continuava com a mesma força, por isso oportunidades como essa não eram desperdiçadas.
Eles desceram a rua em direção à praça que não ficava muito distante de onde eles estavam, e durante o caminho as questões mais óbvias logo foram surgindo.
- Como está sua mãe, seu pai, sua irmã?
- E a faculdade como vai?
- E no trabalho como estão as coisas?
- O que você tem feito afinal?
- Onde você tem ido?
- E a vida amorosa.
A esta altura eles já tinham alcançado a praça.
- Viu só é um pouco escondido, mas é um local muito diferente.
- É verdade, tem realmente vários teatros, e bares, que lugar gostoso, tem até um restaurante logo alí na frente.
- Sim, veja só essa livraria que interessante.
- Nossa, é bem colorida.
- Sim, eles vendem somente livros de desenhos, gibis, cartoons, livros de humor, é bem interessante mesmo, não me recordo de outra igual em São Paulo.
- É verdade, deve haver outra, mas como esta, ou mesmo em lugar semelhante eu duvido muito.
- Isso mesmo, esse lugar merece uma atenção um pouco especial pois está um pouco abandonado, mas ainda assim conserva um charme extraordinário.
- Adorei também virei aqui novamente, veja, vamos naquele bar alí.
- Esse parece bom vamos lá.
Então os dois seguiram para o bar. O lugar não era muito largo, mas perdia-se de vista quem estava no fim dele, devido a sua profundidade, parecia um grande corredor; de um lado mesas e cadeiras cor de tabaco, e em ambas as mesas velas vermelhas davam um clima mais misterioso ao local. Do outro lado um comprido bar forrado de tecido, o mesmo que o das cadeiras, quem olhava para eles logo lembrava de um antigo bordel.
Eles pediram a cerveja e foram para o lado de fora. Sentados junto á uma árvore, ele voltaram à conversar.
- Me diz como ficaram ás coisas com o Ronaldo.
- Como estão a muito tempo aliás, não sei mais o que fazer.
- Você gosta dele ainda, não?
- Sim você sabe que eu o amo ainda, mesmo que já faça tanto tempo que nós terminamos.
- Mas vocês estão se falando ainda?
- Sim, ás vezes ficamos algumas semanas sem nos falarmos, mas logo voltamos a nos falar, sair inclusive.
- Mas mesmo com ele namorando agora?
- Claro, ele deixa o namorado dele diversas vezes pra trás para que nos possamos sair; muitas vezes vou depois da minha faculdade pega-lo na dele, aí como segundo ele, eles quase sempre voltam sozinho para casa, ele inventa uma desculpa qualquer pro namorado e nós voltamos juntos. E todas essas vezes são sempre momentos lindos, por que nós ficamos conversando na rua, olhando as poucas estrelas pela janela do carro; e como sempre trocamos juras de amor nos beijamos por horas e claro transamos.
- Interessante, e você continua acreditando nessas juras de amor, nesse sexo rapidinho dentro do carro, nas vezes que ele não quer ver o namorado.
- Eu sei você tem razão, estou literalmente fazendo o papel da outra, a grande diferença é que alguns meses atrás eu era a oficial, e agora fui rebaixado a amante.
- Ainda bem que ao menos você entende, não!
- Entendo, mas não sei por que ele faz isso sempre, eu sinto que ele me ama de verdade, sinto que ele não gosta do namorado; afinal quem chama o namorado de “o outro lá” ou “o coisa”?
- Certamente o seu ex que quer enganar os dois, sabe-se lá para que.
- Exatamente isto que eu não entendo, ele já me disse diversas vezes para eu esperar, que ele gosta de mim, que ele me quer, e tudo que eu tenho que o outro não tem ou não faz; mas eu sempre me pergunto: esperar pelo que?
- Só tem uma coisa que você pode esperar dele?
- O que você acha?
- Que ele cresça, deixe de ser babaca, e aja como um homem de coragem, e assuma de vez que gosta de você, e que ele deixe de ser um oportunista aproveitador.
- Nossa elogia mais, que tal?
- Mas Pedro tem outra resposta, ele está com o outro por algum interesse, que no meu ponto de vista deve ser material, que com você ele não terá; seja por que vai demorar, ou seja por que ele não acha que você será capaz de oferecer para ele.
- Eu não posso acreditar que seja isso, apesar de achar que você está certa?
- Por que não pode, para mim parece óbvio?
- Como pode Ana, como alguém pode ser tão egoísta a ponto de deixar um amor tão bonito como o que nós temos, com tantos momentos lindos e de tanta intensidade, por um simples desejo material, não pode ser possível!
- Mas é possível, há pessoas que são tão gananciosas com relação á algo que conseguem ficar sem algo que gostam somente para alcançar aquilo que lhes convém; se bem que não é o caso, por que ele tem as duas coisas que quer não é mesmo?
- Sim até tem, mas impossível que ele não se de conta de que um dia eu possa me cansar desta situação e não o queira mais.
- Paciência! Certamente ele pensará, tudo bem né, o que importa é que você seja feliz. No fundo ele só quer chegar no objetivo dele e ponto final, se “o coisa” for suficiente para ele alcançar tal objetivo, para ele é o que importa, ainda que ele perca um amor tão bonito e sincero como o que você sente por ele, e que certamente ele deve sentir por você também.
- Impossível que isso seja amor de verdade.
- Não é que não seja, por que mais forte que isso é a ganância, e a ganância de alguém imaturo é ainda mais forte e inconsequente, só que infelizmente para ele, essa também é a que menos resultados oferece, por que você fica completamente cego quanto as oportunidades que podem lhe levar ao objetivo de forma lenta, porém sólida, eficaz, e o mais importante duradoura.
- Justamente, mas vamos mudar de assunto?
- Vamos está muito chata essa conversa.
- Eu quero muito vir aqui para assistir uma peça, que aliás eu estava conversando com ele.
- Òtimo ideia, quando for ver me avisa, quero muito ir ao teatro, ou ao cinema.
- Estou pensando em ver amanhã você tem tempo livre para irmos juntos?
- Sim! Amanhã estou de folga e a Luísa também, vou falar com ela para nós virmos assistir também.
- Bom já que você vai chamar a Luísa vou chamar ele para vir também.
- Chame sim, já que ele queria assistir.
- Sim vou ligar para saber se ele quer vir.
Pedro então pegou o seu celular e ligou.
- Alô! Oi tudo bem?
- Sim, tudo, mas fala rapidinho que eu estou na faculdade.
- Então amanhã eu venho ver aquela peça que nós estávamos conversando, lembra-se?
- Sim lembro-me no teatro que fica na Praça Roosvelt, não?
- Essa mesma, vou com Ana e a Luísa, você quer ir conosco?
- Não poderei, porque vou sair com o outro lá!
- Assim, então deixa pra lá.
- Tudo bem, a propósito você vai sair hoje?
- Não vou, amanhã tenho aula logo cedo.
- Em pleno sábado?
- Sim, em pleno sábado.
- Então vem para cá, meus pais foram viajar, só voltam segunda-feira, quero muito te ver, estou triste!
- Aconteceu alguma coisa?
- Não só quero te ver.
- Tudo bem, eu vou deixar a Ana na casa dela, e logo logo vou para sua casa então.
- Vou te esperar quero te ver.
- Nos falamos mais tarde, beijos.
- Beijo, te amo!
Pedro desliga o celular e animado rí para Ana.
- O que foi ele vai junto?
- Não, ele vai sair com o outro amanhã!
- Então por que esse sorrisinho?
- Por que ele disse para eu ir na casa dele hoje, por que os pais dele não estarão lá, e ele quer me ver!
- Assim, e você lógicamente vai.
- Vou sim, quero ve-lo também, e ainda posso aproveitar para tentar convence-lo de ir conosco.
- Bom, boa sorte então.
- Obrigado.
Após algumas horas os amigos foram embora deixando a praça para trás.
_____________________________________________
Calma, foi só o começo, eu sei que pareceu meio "aff, e aí o que acontece?" mas é que ficaria realmente muito cansativo se eu colocasse ainda mais coisas. Bom a segunda parte é bem mais interessante e tem um daqueles momentos "legais" que eu mencionei antes do texto, portanto não deixem de ver a segunda parte! 
Eu vou ficando por aqui espero, que tenham gostado do post, não esqueçam de comentar se quiserem :)
!
Lendo - Cell - Stephen King
Ouvinfo - Two Princess - Spin Doctors
Frase - "E ainda houve boatos que eu estava na pior" ahaahah by Luisa Marilac

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segunda-feira, 21 de março de 2011

The 12 ... and Goodbye

Então hoje é dia 21...


Logo cedo o dia 21 não começou tão bem, isso por que minha mãe confirmou que acharam nossa gata; a coisa fofa do pai chamada Mika, infelizmente ela estava morta. Pior mesmo foi saber que o estado no qual ela foi encontrada, sugere que ela foi envenenada; ou seja nossa segunda gata envenenada. A morte da Mika me deixou muito triste, ainda mais por que ela acabará de parir, portanto ela deixou vários filhotes, o que de uma certa forma é animador pois ficamos com vários pedacinhos dela por aqui. Soube também que o gato de um pseudo-parente nosso que mora aqui próximo também morreu, e pelo que parece envenenado também. O lado ainda pior desta história é que o gato deles; que coincidentemente era um dos filhotes da primeira ninhada da Mika, foi envenenado também, e muito provavelmente pelo vizinho deles, uma vez que os próprios se definem como "Não gostamos de animais" e pronto. Certamente o mesmo veneno que vitimou a Mika vitimou um de seus filhotes. Não quero me estender muito neste assunto, já que pra mim é muito difícil discutir algo que eu não entendo, e vou ser sincero a ignorância destas pessoas é assustadoramente incompreensível. Certo fez a nossa parenta que imediatamente chamou a polícia e abriu boletim de ocorrência contra os infelizes. Por incrível que pareça os tais já fizeram isso outra vez e proposidamente; inclusive mataram um gato que eles tinham havia 18 anos (!). O bichano era parte de família de fato. Falei muito de gatos nessa primeira parte, mas quero deixar claro que não sou a favor de cueldades como esta com qualquer que seja o animal; ainda que sejam os próprios seres-humanos. Adoro cães, gatos, passarinhos e tantos outros animais que existem ao redor do planeta; e fico boquiaberto com atitudes como esta, e ainda pior quando os que as comentem o fazem e ainda fazem questão de assumirem a crueldade.
A Mika foi mais que um animal de estimação, por diversas vezes, assim como já deixei aqui no blog, ela demonstrou uma sensibilidade comum aos animais, mas que surpreende. Toda vez que me sentia chatiado ou triste pelas coisas que aconteciam comigo, ela gentilmente se deitava ao meu lado; no meu Facebook inclusive há uma foto de uma vez que eu estava muito triste, e ela subiu na mesa e deitou-se do meu lado, em cima do teclado. Vejam só que demostração de carinho inigualável.
Como homenagem vou colocar uma foto da Mika aí ao lado.


Dia 21 de março.

Que dia mais bizarro, por algum motivo acordei cedo hoje, o dia está frio, e nublado; vale lembrar que o outono já chegou.
Neste dia atípico onde passado e futuro, atormentam violentamente o meu presente, o melhor que posso fazer é sentar ouvir um pouco de boa música; talvez tomando um pouco de chá e comendo o bolo que a mamãe fez ontem, e pensar. Pensar de uma forma mais profunda na verdade, preciso de fato refletir, ponderar sobre o que acontecerá a seguir. Adivinhar o futuro então? Não, na verdade simplesmente pensar nele, sem as habituais artimanhas, sem pensar no futuro onde as decisões são jogadas ensaiadas, de um jogo de Xadrez; não, desta vez não quero estar uma jogada a frente de meu opositor, desta vez não há tabuleiros, desafiantes ou regras; há somente o pensar sobre as coisas que virão, e sobre as incríveis possibilidades que poderão vir, ou sobre como incrivelmente o destino coloca novas possibilidades em nossas vidas. Sobre essa bifurcação presente o tempo todo em nossos caminhos e que pensarei.

O dia 21 tem um significado um tanto quanto sombrio, entretanto hoje penso que as sombras devem ficar no passado; pensarei o dia de hoje como o dia que antecede meu último dia de vida, assim com uma postura diferente das que tenho tomado nos outros tantos dias sombrios, que foram sendo marcados na minha história recente. Não é um dia pra renascer, pra tomar coragem, pra ser outra pessoa, pra acordar, pra ressurgir das cinzas como uma Fênix; hoje é somente um dia para tão necessário e aguardado "sossegar o facho".
Há ainda algo que eu preciso fazer, diante dos inevitáveis problemas que tenho que administrar; um deles precisa de um desfecho urgente. Mas não tardará as coisas estarão mais calmas, e com toda essa paz reunida a tal da Fênix ressurgirá.

Pensei muito no que eu poderia colocar no post de hoje, sem muitas idéias para textos novos, decidi resgatar algo do Docs; foi então que um texto que eu escrevi algum tempo atrás depois de ouvir seguidamente a música Sad Eyes do Bat For Lashes (da ou do BFL?). Não me vem a mente neste momento o porque  de escrever tal texto, mas me recordo que eu estava de fato sensibilizado; tanto pela música quanto em sentimento, de certa forma rascunhei sentimentos em uma página do Docs.  

Sem muita demora segue o texto!



He stands quiet looking at the mountains through the big window in his bedroom.
The sunshine suddenly appears, it invades the place spreading light around the big blue bedroom, when it touched the skin it showed the beautiful boy in bed. The guy has an remarkable sexy body, strong and soft in the same pure way.
He wakes up and sees his boy next to the window, he asks him to go back to the bed, it’s a freezing Saturday morning. He goes back.
He moves towards his back and offers his open arms to his boy. Carefully he lies down feeling the warmth of his arms, and the delightful heart’s sound.

Dear may I read something for you now?
Good idea lovely I love hearing beatiful things from you.
Ok then, you’ll like this little poem I wrote for you last night.


“It took a long time.
Since then, it didn’t take a long time to be true.
My life isn’t just heartache and pain, anymore.
We saw each other for many years.
But now we know. The destiny introduced me to you.
It seems we’ve been falling in love since our other life.
I want you by my side. In this life.
‘Cos you’re one inside my heart.
The way you touch me, the way you look at me.
The fire in your eyes are enchanting!
Make me feel that way, inside.
Is there anything I can do about it?
As you light something new in me.”


“What do you think? Is it nice?”
“Yeah, wonderful, I love it”

He glanced the guy almost sleeping and said:
“Let me see your eyes”.

The other guy looked straight at his eyes.
“Dear, are you happy”.
“Yes, I am, but why”.

“So, why do you have these eyes”.
“What’s the problem with my eyes, they always say the truth”.
“They look sad”.
“They’re the reflection of my soul, but the opposite of my essence”.
"I don’t understand how they can do that, they’re sad but when you look at me they smile”.
“they aren’t smiling, whenever I look to you, they’re planting a seed in you”.
“What’s this seed, is it some kind of flower?”.
“No, it’s love!”.
“When will you harvest”.
“In this time, there is no you or me, when the time get by we will be able to harvest, because this fruit is made for two people to do it together”.
“Maybe we harvest with your eyes”.
“Perhaps we harvest with our bodies”.
"With our souls".

Time goes by...
“Dear I struggle to keep my faith in you”
“I've waited for you the time you needed”
“But I want you too”
“I know you want me, but Why you deny this to yourself”
“I don’t know”
“Dear our time is almost ending, you should admit that you are being egoist about your feelings. Choose what is more important for you, your need to go, or your love.”
“I’m not able to choose now”
“I’ve decided to live your life not mine, you can make decisions as well. I just can say one thing for you think about, remember that song?

Et la tu t'dis que c'est fini car pire que ça ce serait la mort
Qu'en tu crois enfin que tu t'en sors quand y en a plus et ben y en a encore!
Ecstasy dis problème les problèmes ou bien la musique
Ça t'prends les trips ça te prends la tête et puis tu prie pour que ça s'arrête
Mais c'est ton corps c'est pas le ciel alors tu t'bouche plus les oreilles
Et là tu cries encore plus fort et ca persiste...


Time goes by…

He woke up, his shoulder was just stiff.
He got up, his mind was pure guilt. He had a shower, his face was just sorrow.
He went out to the street, his body was just chilled. He walked in, he was in fear.
When everybody went off, the place was empty, he puts on his wet black jacket and standing in front of his love’s picture, he says.

“Goodbye my love, if one day your sad eyes were spreading love in my life, now I hope your sad eyes spread love on the earth you sleep now. My arms will always be yours”.

When his knees touched the ground, he felt the strong pain of missing someone, the tears fell as a rude rain on the brown wet cemetery’s earth, the more he looked the eyes the more he remembered the love.

“No one is gonna love you, more than I did” 

Nunojk

24/10/2010

Crédito imagem janela:
http://www.flickr.com/photos/burpsliberty/

Lendo - Hélio Pelegrino - Minérios Domados (eu juro que temino esta semana)
Ouvindo - Alaniss Morissette - Hands Clean
Frase - 'Coz I'm Feel like I'm the worst, but I always act like I'm the best"

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

The 11

Tenho tido muita vontade de  escrever, mas duas coisas não me permitem:
1) tenho muitas coisas rabiscadas pra terminar, e algumas precisam ser digitadas ainda.
2) a preguiça não me deixa.

Tudo bem, não é somente por isso logicamente, tenho tempo de sobra ultimamente para escrever; inclusive adiantei a  transferência de alguns textos que tinha rabiscado para o computador, mas ainda assim gostaria de escrever sobre coisas novas, justamente por que esses rabiscos são em suma maioria de temas e sentimentos antigos dois quais não quero explorar muito, não agora.

Apesar disto aproveitei para lembrar de algumas coisas bonitas que pensava naquela época, o que me deixou um pouco nostalgico e muito emocionado. O blog principalmente estava precisando de atualizações, gosto de escrever aqui assim como em um diário de fato, um diário mais no sentido de guardar minhas emoções; do que de fato guardar lembranças diárias, até por que escrever todos os dias é algo que eu não consigo fazer.

Amanhã tenho um dia tenso pela frente, portanto decidi escrever um pouco antes de dormir, e como tenho alguns textos esquecidos no Docs do Google pensei que seria legal resgatar algum, ainda que eu não tenha revisado-os. Em breve apareço com mais novidades por enquanto estou numa fase meio chata de recomeços e coisas assim. Além do texto vou colocar uma música também que eu chorei de rir quando ouvi.

O texto ...

Já publicado.
O menino deitado na cama sente o aperto no peito novamente.
Ele sabe á tempos que há um espaço vazio em si, vazio cavado com muito sofrimento e deixado para o tempo cobrir. Ele se deita e as fortes dores, os pensamentos o jogam para fora de si, transcendendo seu corpo ele olha para cama e vê seu celular junto á sua cabeça, ele traz lembranças, lembranças trazem saudade, a saudade medo.Ele não disfarça, agarra a blusa do amado, o cheiro deixado açoita-lhe a alma.

Como calmante no escuro do quarto um feixe de luz atravessava-o, vindo da janela servia como remédio.
As lágrimas que escorrem do olhos encharcam a blusa e molham o lençol, elas lavam com amargura mesmo sabendo que a saudade não se lava, e a mesma não esconde as magoas.

Escorre lágrima. Pensa o menino.
Escorre que um dia a de escorrer as lembranças desse amor de enganos, que mesmo vestindo essa camuflagem um dia não poderá mais, e um dia o menino sentado no banco de trás do carro lembrará que machucou o menino deitado na cama, que agora luta contra seus próprios sentimentos, com medo de seu amor verdadeiro.

Nunojk

03/07/2010

And the music...

I want you to know that I'm happy for you.
I wish nothing but the best for you both
An older version of me. Is she perverted like me?
Would she go down on you in of theater?
Does she speak eloquently and would she have your baby

I'm sure she'd make a really excellent mother
Cause the love that you gave that we made wasn't able to make it enough for you to be open wide, no
And every time you speak her name
Does she know how you told me you'd hold me
Until you died, 'til you died

But you're still alive
And I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know

You seem very well, things look peaceful
I'm not quite as well, I thought you should know
Did you forget about me Mr. Duplicity
I hate to bug you in the middle of dinner
It was a slap in the face how quickly I was replaced
And are you thinking of me when you fuck her

Cause the love that you gave that we made
Wasn't able to make it enough for you to be open wide, no
And every time you speak her name
Does she know how you told me you'd hold me
Until you died, 'til you died. But you're still alive
Cause the joke that you laid in the bed that was me and i'm not going to fade

As soon as you close your eyes and you know it
And everytime I scratch my nails down someone else's back
I hope you feel it ... well can you feel it?

E agora cama.

Lendo: Hélio Pelegrino - Minérios Domados
Ouvindo: Berry - Mademoiselle
Frase: "Me sinto feliz, por poder voltar a sonhar".

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Let's gonna make a party...

Nossa um bom tempo sem postar já não. 
Tudo bem, não postei mas fiz modificações aqui no blog, que na minha opinião estão bem visíveis.
Sem dúvida acho que ficou melhor, principalmente para ler. 

Como deixei no Twitter (@nunojk) estou preparando algumas para colocar no blog, coisas sobre alguns acontecimentos que quero colocar aqui, principalmente com o intuito de me lembrar daqui á algum tempo.

Tem uns desabafos sobre coisas estranhas, sobre o festival que eu fui, e uma coisa legal e que eu estou escrevendo (aproveitando que não estou mais empregado) e vou colocar aqui, cansei um pouco de ficar escondendo as coisas que eu escrevo lá no solitário Google Docs. Estes textos vão ter temas e irão se chamar "Complemento Poético Involuntário"  e então um tema, de antemão digo que a primeira CPI terá como tema Suicídio, por que eu até então nunca tinha escrito nada sobre isso, agora tenho dois pequenos textos com suicídios, espero que de certo esta idéia. 

Para finalizar o título do post de hoje é por que neste fim de Outubro, eu conheço várias pessoas que fazem aniversário dentre elas, minha irmã (28) e minha mãe (29). Por isso no sábado tivemos festão aqui à noite toda, até é engraçado eu não fiquei á noite toda aqui por que um ex-affair fez aniversário também e então eu fui na festa. Infelizmente não fiquei muito por lá, aliás diga-se de passagem, eu fiquei mais tempo procurando o lugar do que na festa propriamente dita. Foi legal mas nem deu pra conversar muito com as pessoas e todo o mais por que eu tinha que voltar pra minha casa. 
Lembrando-me de festas, achei um texto que eu escrevi uma vez quando estava numa festa na casa da Vitória um tempo atrás, então vou colocar aqui. 


"Sentado-se à mesa, à um canto escuro ao lado da porta, eu vejo que o sol quase brilha lá fora.
É como se o sol trouxesse novas esperanças, é um anuncio de uma vida nova, é hora de recomeçar de ser outro, é afinal um dia novo.
À um canto, sentado sozinho ele curtia sua calma, pensativo, ele espera sua hora de ir embora.
Ao seu lado os outros ainda conversam, se olham, e se beijam.
O amor quando atinge níveis desconhecidos enlouquece.
Nos quartos todos se amontoam. Entre risadas e conversas, eles olham para o teto e esperam os bocejos e as pálpebras pesadas os levarem ao sono.
Mas há outro quarto, e nele o sono já chegou, e nele todos dormem abraçados, como se o tempo não fosse passar nunca, o sol é seu carrasco, mas sem medo, aqui só cabe esperanças.
O som continua tocando no rádio, mesmo sem e seus frenéticos dançarinos, reverberam as vibrações da música, que vibra alegria, e vai espalhando assim como os raios do sol, e os dois aquela hora da manhã acalmam, e levam mensagens de paz.
Enquanto os sons das vozes silenciam no apartamento, o som do rádio e os raios do sol, pertubam os ouvidos e os olhos desacostumados.
A bebida já me embriagou, já me fez outro durante a sombra da noite.
Durante a sombra, eu ri, chorei, mas sem dúvida nesta noite fui feliz.
E logo pela manhã curarei minha ressaca com os raios do sol."
Nunojk 
em algum dia de 2007





Crédito imagem: http://goodlook1.files.wordpress.com/2008/11/balada.jpg

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Vai entender... O Teste das Cores!

Como você opera, age, frente aos seus objetivos e desejos:
Quer causar impressão favorável e ser reconhecido. Precisa sentir-se querido e admirado. É sensível, magoa-se facilmente se não o notam, ou se não lhe dão tratamento adequado.

Está sofrendo de superestimulação contida, que ameaça descarregar-se numa explosão de comportamento impulsivo e arrebatado.

Suas preferências reais:
Está tendo dificuldade em enfrentar as exigências que lhe são impostas. Acha que é grande o esforço necessário e deseja aliviar a situação.

Está tendo dificuldade em progredir; sem disposição para esforçar-se mais. Procura condições mais favoráveis, em que possa evitar quaisquer perturbações.

Sua situação real:
Está disposto a tornar-se emocionalmente envolvido, mas é exigente e escrupuloso na escolha do cônjuge e em suas relações com os que lhe são íntimos. Precisa de reafirmação; é cauteloso e evita conflito aberto, já que isso poderia diminuir as perspectivas de realizar suas esperanças.

Insiste em que suas metas são realistas e apega-se obstinadamente a elas, muito embora as circunstâncias o estejam obrigando a transigir. É muito meticuloso nos padrões que aplica a escolha do cônjuge.

O que você quer evitar:
Interpretação fisiológica: Tensão devida a sensibilidade suprimida. Interpretação psicológica: Delicia-se com o que é de bom gosto, gracioso e sensível, mas mantém a atitude de avaliação crítica e recusa a deixar-se empolgar, a menos que possa garantir absolutamente a veracidade e a integridade. Por conseguinte, mantém controle rígido e alerta sobre suas relações emocionais, já que deve saber exatamente em que posição se encontra. Exige completa sinceridade como proteção contra sua própria tendência para confiar demais. Em suma: Receptividade controlada.

Interpretação fisiológica: Tensão resultante da falta de compreensão mútua. Interpretação psicológica: A situação atual é insatisfatória e sente-se incapaz de melhorá-la sem cooperação voluntária. A necessidade de compreensão e de afetuosas concessões mútuas permanece insatisfeita; agora tem a sensação de estar preso, o que provoca impaciência,fragilidade e desejo de fugir. Em suma: Impaciência resultante de constantes mal-entendidos.

Seu problema real:
Trabalha para consolidar sua posição e favorecer seu amor-próprio, examinando sua próprias realizações e as dos outros com avaliação crítica e discriminação científica. Insiste em enfrentar as circunstâncias às claras e inequivocamente.

Sua capacidade natural de examinar tudo com discriminação crítica tem sido desvirtuada para uma atitude de reprovação rude, que faz oposição e difama, sem consideração pelos fatos reais.



!
Estou me recuperando da cirurgia que fiz recentemente, as dores ainda são fortes, mas eu sou tão forte quanto qualquer mau que me esteja reservado.
Foi bem dado mais um dos famosos tapas da vida.
Preciso hibernar um pouco e me repensar em muitos sentidos e sobre muitas coisas, por isso redes sociais e afins, bem como o Blog, estarão abandonados.
Em breve retorno, e com boas coisas. 

segunda-feira, 12 de julho de 2010

3.(3.3)³+ 3–3 = 21









 Por que?

 Porque quando eu te olho, eu te sinto.
 Porque quando eu te beijo, eu te vejo.
 Porque quando eu te chamo, e eu não me canso, é prazer. E porque  quando você  me chama é  felicidade. Meu corpo, seu lazer.

 Por que na cama, minha chama, é só para te satisfazer.
 Porque é esperança. Você do meu lado.
 Porque na tristeza, vem você. Ela some.
 Porque na raiva, só você. Ela passa.
 Por que? Por que? Porque Preciso.
 Por que? Sinto falta porque faz parte, do meu inteiro.

 E no meu presente, todos os meus momentos. Da minha alma.

 Por que? Porque é lindo.
 Por que? Porque é verdadeiro.
 Por que? Porque é segredo sagrado. È perdição.
 Porque é meu, porque é dele.
 Porque é nosso. Nosso sonho, sentimento.
 Por que? Por que? Por que?
 Por que é amor.

05/01/2010 por Nunojk

“Moor. Vou nanar. Foi muito bom estar com voce. Estou a cada dia te conhecendo mais e mais. do que gosta e que nao gosta. Para um dia eu ser imprescindivel. Para um dia voce acordar e perceber que não pode mais viver sem mim.”


03/11/2009 por SMS

Comecei a escrever este post no dia 03/07/2010.

A data em si hoje em dia não tem nenhum significado para mim, entretanto o dia 3 têm sido desde o ano passado um dia de pensar. Inicialmente um dia de alegria e comemoração, posteriormente tornou-se um dia de tristeza. E durante seis meses o dia 3 era o dia em que comemorávamos um dia que coincidentemente o destino juntou novamente no mesmo lugar as esperanças de um e o desejo do outro.

E de dia três em dia três eu fui vivendo um relacionamento que eu nunca tinha vivido até então, intenso em certas ocasiões e triste em pontos finais. Hoje me pergunto quanto das palavras que saíram da boca dele eram verdade, já que não consigo entender como é possível o amor existir onde não há espaço para responsabilidade e verdade, mas não como ideologia e sim como parte necessária a construção de um sentimento que trás consigo um relacionamento. Em linhas gerais e como gostar mas não querer cuidar.

Em diversos momentos como descrito no último post me recordo dos nossos momentos íntimos, e como em alguns destes parávamos tudo e simplesmente nos olhávamos, sem palavras. Em minha mente eu tentava entender como era possível olhar aqueles olhos e desejar com toda a força estar eternamente do seu lado, e me entregar, me sacrificar para que aquele sentimento que corria pelo meu corpo toda a vez que o via. Eu o olhava procurando respostas.

Hoje tento estupidamente adivinhar o que passava em sua cabeça; depois de demonstrar que seu sentimento não era aquele que cortava seus lábios e explodia em meus ouvidos, o que realmente passava em sua mente. E ainda mais intrigante quando percebi que o brilho de seus olhos em minha direção simplesmente se apagará mas palavras continuavam á romper de sua boca desta vez esmagando meu sub-consciente, tento entender o que realmente passava-se em sua mente á partir de de então. E mesmo que a verdade sempre saísse de mim, e mesmo que eu sempre pedisse dele, ela não veio, foi arrancada como um estouro de medo e insegurança, iluminando, ensurdecendo e enchendo de medo.

“Nem sei amor, acho melhor eu nem ir.”

23/02/2010 por SMS

Estou a um certo tempo disposto a seguir em frente com a minha vida, mas suas promessas e declarações me comovem até hoje pouco mais de 4 meses de nosso término. Quanto as esperanças não tenho como lutar é muito difícil, entretanto já me convenci que muitas de suas palavras talvez não fossem a realidade no momento, ou então com o passar deste pequeno tempo não tenham ganhando tanta força ou seja perderam o sentido no meio do caminho. Logicamente que mantenho viva ainda em minha memória nossos momentos . 

Como é doloroso voltar aos lugares que muitas vezes foram testemunha de nosso amor Shakespeariano, e como é triste lembrar que algo tão bonito terminou como terminou. Evidente que desde que nos separamos tenho lutado incansavelmente, já que mesmo que as promessas sejam todas verdade não quero cassa-lo nem segui-lo, sufocando-o ao invés de dar tempo para que voltemos um dia, ou sigamos nossos caminhos separados enfim.

A luta tem sido massacrante pois a cada dia que passa, a cada hora, e minuto, lutar contra o próprio ser, seus próprios sentimentos e anseios é cruel, iludir e tentar convencer o coração que tudo passou e que todo aquele sentimento deve ser guardado é uma tarefa que machuca o e deixa a cabeça confusa. Acho, e pude provar, que enterrar-se em estados ainda mais complexos como o de depressão não é difícil dada a maneira como estes sentimentos; os positivos e os negativos logicamente, influenciam em nossas vidas. 

E mais uma vez o apoio de alguns e bons amigos, ajuda de uma profissional que é sempre importante e alguns medicamentos em alguns momentos ajudam sem dúvida. Melhor ainda é este momento de desabafo onde as coisas que por vezes ficaram entaladas na garganta possam sair naturalmente sem ferir ninguém e além de desabafo torna-se também um momento de relembrar e reavaliar questões que foram levantadas durante períodos difíceis como o que venho passando.

“Vamos destrocar nossas coisas? xD”


19/05/2010 por SMS




O menino deitado na cama sente o aperto no peito de novo.
Ele sabe á tempos que há um espaço vazio em si, vazio cavado com muito sofrimento e deixado para o tempo cobrir.
Ele se deita as fortes dores, os pensamentos o jogam para fora de si, transcendendo seu corpo ele olha para cama e vê seu celular junto a seu cabeça, elas trazem lembranças, lembranças trazem saudade, a saudade medo.
Ele não disfarça, agarra a blusa do amado, o cheiro deixado açoita-lhe a alma.
Como calmante o escuro do quarto, que era cortado por um feiche de luz que atravessava o quarto vindo da janela servia como remédio.
As lágrimas que escorrem do olhos encharcam a blusa e molham o lençol, elas lavam com amargura mesmo sabendo que a saudade não se lava, e a mesma não esconde as magoas.
Escorre lágrima. Pensa o menino.
Escorre que um dia a de escorrer as lembranças desse amor de enganos, que mesmo vestindo essa camuflagem um dia não pode mais , e então se revelou e o menino sentado no banco de trás do carro machucou o menino deitado na cama , que agora luta contra seus próprios sentimentos, com medo de seu amor verdadeiro.

03/07/2010 por Nunojk


Os momentos mudam ainda tenho muito que desabafar aqui no blog é verdade, mas sei que em pouco tempo meus posts irão mudar, e a partir de então não serão tanto lembranças e reflexões, eles já iram evidenciar o quanto cresci neste período e sem dúvida muito do que tenho feito para melhorar-me, e continuar seguindo em frente.

Mas como sempre nem esperem muito já que sempre esqueço o blog. heheeh.


!
Nunojk


Créditos imagens:
pedaco-de-lua.blogspot.com/2009/11/porque.html

Lendo: Oscar Wilde Complete Works - The Picture of Dorian Gray"
Ouvindo - Old Yellow Bricks - Artic Monkeys
Frase: "The food is great but the atmosphere is terrible"